Cientistas matam o animal mais velho do mundo durante estudo

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Até ai tudo bem, mas quando pesquisadores tentaram abrir o molusco para estudar em detalhes sua espécie e precisar sua idade, ele acabou morrendo.
Essa confusão para determinar a idade do animal aconteceu porque os anéis em sua concha precisam ser contados. Mas como o molusco tinha um idade mais elevada, os seus anaéis estavam muito comprimidos. Com ajuda do carbono-14, os pesquisadores enfim calcularam com maior precisão a idade de Ming. Desta vez, a margem de erro, é de dois para mais ou para menos.
Mas por que ele viveu tanto? A explicação mais viável para isso é o seu metabolismo extremamente lento. É como se esse molusco vivesse em câmera lenta. As pesquisas com Ming continuaram, dessa vez os cientistas iram estudar as mudanças climáticas que aconteceram no planetas desde 1500.



Peça de cerâmica de 2 mil anos revela pagamento de impostos astronômicos no Egito Antigo

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A descoberta de uma peça de cerâmica com inscrições, datada de 2 mil anos atrás, permite afirmar que o conceito de imposto sobre a transferência de terras era uma prática comum no Egito Antigo. Segundo Brice C. Jones, professor da Universidade de Concórdia, em Montreal, no Canadá, a antiga peça de cerâmica é equivalente a um recibo atual de pagamento de impostos, embora inclua uma quantia exorbitante se comparada com a que deve dar qualquer contribuinte moderno: mais de 100 kg em moedas. Responsável também por traduzir as inscrições na peça de cerâmica, o professor afirma que ela remonta ao período ptolemaico egípcio, entre 323 e 30 a.C. Naquela época, após as conquistas do Egito, Alexandre Magno estabeleceu as bases de um sistema tributário completamente desenvolvido pela dinastia ptolemaica, que comandava o Egito no período helenístico. Atualmente, junto com textos antigos e medievais, a peça de cerâmica está exposta na Biblioteca e Arquivos da Universidade McGill, em Montreal, sem que se saiba, ainda, o local seu achado, nem como foi parar no Canadá.


Créditos History
Fonte: The Cairo Post
Imagem: Courtesy of McGill Library